sábado, 5 de janeiro de 2008

Meditação por Portugal


Vamos meditar ao fim da tarde,

às 5ª feiras, depois das 19 horas.

Meditar, concentrar, chamar a Luz.



O Tempo que nos for possível: uns minutos, meia hora,

uma hora …para que Portugal possa finalmente expressar,

a verdadeira dimensão da sua Alma.

Ao meditar, vamos sentir a nossa Alma,

para que a Alma colectiva dos Portugueses

possa emergir do seu recolhimento,

do núcleo interno onde se encontra submersa...



Para que o paradigma do novo Tempo

a Consciência de uma nova Era Planetária,

a Era de Aquário, a possa iluminar...
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...Solidão é uma “amnésia” Cósmica.

Traduz a dor do Ser desintegrado,

esquecido do Todo a que pertence.

Ego-centrado, órgão doente, rebelde à Vida do organismo,

defende-se da identificação que o pode libertar.

Só o Amor tem poder de emocionalmente se identificar.

Só o Amor tem poder-de-unir

uma Vida a outra Vida.



Cristo veio há 2000 anos ensinar esta imensa realidade.

Somos “unidades autónomas” de Vida consciente,

num oceano de Vida Maior.

A cada minuto partilhamos energia com o mundo

e com os outros...
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...Já não estamos num Tempo

de velhos Mitos nacionalistas.

Mitos nascidos de uma Visão prepotente,

activada por um qualquer “vírus ego-nacionalista”

que sempre produziu guerras e Separação.



Hoje, o Tempo é de Viragem:

Tempo da criação de um novo Tempo,

de um novo paradigma, de um novo Mito,

capaz de produzir União...

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...Não haverá Paz no Mundo, enquanto não houver

Paz nos Corações, em todos os Corações…

“Portugal, nesta charneira evolutiva, deve actualizar-se. Encontrar-se. Lembrar-se de quem foi.


Saber quem verdadeiramente é:

Povo de gente sensível, que já muito rezou.

Gente que nos seus registos emocionais mais remotos,

traz a memória de um antiquíssimo Saber.

Esse, que pacifica os Homens e os situa,

na multidimensionalidade da sua Vida Interior.

Gente portuguesa, capaz de sentir e exprimir o Indizível,

o que não tem forma, mas que habita algures,

nas esferas subtis da nossa mais íntima experiência”



do livro Portugal o Mito e o Destino

Maria Flávia de Monsaraz

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Nascemos Portugueses, não é por acaso,
é um grande compromisso com o Céu…

Assim, vamos todos à 5ª feira meditar,
recolher, Silenciar.

Para que Portugal possa sintonizar a sua nota própria,
o que lhe cabe Vir-a-Ser.

E assim levar ao Mundo, o Poder Iniciático
da sua Palavra inspirada.

Para que a voz da sua Alma um dia seja ouvida,
no concerto planetário das Nações.

Cumprindo o Projecto Crístico que o fez nascer,
na Harmonia dos ritmos Celestes…


Leia o texto completo da FLÁVIA em: